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PUBLICAÇÕES

Pesquisas, relatos de campo e ensaios sobre tecnologia, territórios e cidadania.

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Karla Marques conversa com participantes no stand do Movimento Rosalina durante o Campinas Innovation Week 2024.
Inovação Social

Quando o território também define o que é inovação

A participação da Casa Hacker e do Quebrada em Movimento na Campinas Innovation Week 2026 aproximou iniciativas e lideranças do território das discussões sobre inovação. A presença da Horta do Itajaí, do coletivo Na Viela e de Karla Marques mostrou como conhecimentos, práticas de colaboração e experiências construídas no cotidiano também fazem parte dessa conversa.

Karla Marques
A imagem consiste em um card informativo produzido pela organização Casa Hacker com base em dados do Censo 2022 sobre o distrito de Campo Grande, em Campinas. No lado esquerdo, sobre um fundo escuro, destacam-se o logotipo da instituição, a indicação de categoria "// PESQUISA · CENSO 2022", o título em destaque "Campo Grande" e a síntese "Demografia, renda, escolaridade e conectividade no distrito da região Noroeste de Campinas, lido setor a setor", acompanhada pelas estatísticas de 125.044 pessoas, 256 setores e 43 bairros. Do lado direito, exibe-se a visualização cartográfica do perímetro do distrito dividida por setores censitários, representados através de uma paleta de tons em roxo, lilás e áreas em cinza-escuro com hachuras geográficas.
Desenvolvimento Institucional

Campo Grande: demografia, renda, escolaridade e conectividade no Censo IBGE 2022

Diagnóstico territorial do distrito Campo Grande, região Noroeste de Campinas (SP), a partir dos microdados da amostra e dos agregados por setor censitário do Censo Demográfico 2022 do IBGE: demografia, renda, escolaridade, ocupação e conectividade, com mapa interativo dos 256 setores e leitura crítica do território.

Geraldo Barros
Seis pessoas sentadas lado a lado, de perfil, ouvindo com atenção durante uma roda de conversa.
Desenvolvimento Institucional

Arranjos multi-institucionais de território: governança compartilhada

As organizações dos nossos territórios têm chegado com convite para construir junto, e não para executar ideia que veio pronta. Reuni aqui o que aprendemos na prática, somado à formação de organizações dinamizadoras da Coalizão pelo Impacto, sobre como estruturar governança compartilhada que aguente o primeiro imprevisto.

Geraldo Barros
Peça gráfica da campanha de integridade da Casa Hacker. À esquerda, sobre fundo verde-oliva escuro, um padrão quadriculado rosa no estilo de QR code, o título “Fazer do jeito certo, sempre.” em tipografia pixelada rosa e dois avisos em verde-limão: “Código de Conduta Ética — casahacker.org/conduta” e “Tem algo de errado por aqui? — abreojogo.casahacker.org”, com a marca casa hacker e a assinatura “nos conformes”. À direita, um jovem negro de jaqueta verde-limão olha para a câmera com o queixo erguido.
Desenvolvimento Institucional

Fazer do Jeito Certo, Sempre: conheça nosso programa de integridade

Depois de falar sobre dados para inteligência artificial, proteção de dados e acessibilidade, hoje compartilho como avançamos em aproximadamente um ano e meio de trabalho de conformidade e integridade na Casa Hacker. Neste ano participamos de uma formação da Neoenergia voltada a compliance no terceiro setor e saímos com uma boa notícia: o que já fazíamos estava alinhado ao que o setor espera. Este é o relato do programa por dentro — quem lidera, o que a Diretoria e o Conselho assumem, as políticas, os treinamentos, o canal de denúncias, a verificação de fornecedores, o que vem pela frente e o que aprendemos até aqui.

Geraldo Barros
Ilustração da barra de acessibilidade da Casa Hacker: controles de tamanho de fonte, contraste, espaçamento, links, cursor e pausa de animação, em duas colunas antes e depois, ao lado do esboço de uma página do site
Acessibilidade

Barra de acessibilidade: nossa tecnologia aberta para inclusão

A Casa Hacker abre o código da sua barra de acessibilidade com licença livre: os recursos que padronizamos nas nossas plataformas agora podem ser usados por qualquer site — e o site da Casa Hacker passa a falar quatro idiomas.

Geraldo Barros
Diagrama sobre fundo branco, intitulado "Como a Casa Hacker protege um dado", com a marca Casa Hacker no canto superior direito. Ele mostra cinco camadas de proteção empilhadas em forma de funil: cada faixa é mais estreita e mais escura que a de cima, porque representa o que sobra depois da camada anterior e o quanto o dado está mais fundo. Um eixo à esquerda nomeia essa profundidade — fora, entrada, sistema, servidor, disco e núcleo.  A primeira camada, Porta de entrada, aparece em verde muito claro e com hachura diagonal, indicando que é operada por terceiro sob contrato: ela segura ataque em massa, barra robô e filtra endereço perigoso, e ali param o ataque em massa, o robô e o golpe que já se conhece. A segunda, Identidade, exige mais de uma prova de identidade e faz a sessão expirar sozinha; ali para quem não prova quem é — toda vez, não só na primeira. A terceira, Permissão, no verde vivo da marca, garante que cada pessoa só veja o que o trabalho dela exige; ali para quem provou quem é, mas não tem permissão. A quarta, Ação, em verde médio, faz o que não tem volta esperar alguém confirmar; ali para a ação sem volta feita sem ninguém confirmar. A quinta, Criptografia em repouso, em verde escuro, deixa o dado embaralhado e ilegível sem a chave; ali para quem levar o disco e não lê nada. No fundo do funil, uma caixa preta com texto verde traz o dado protegido: "a chamada de uma aula".  À esquerda, uma faixa roxa vertical atravessa todas as camadas, marcada como "não é camada, atravessa todas elas". Nela: o diretor de proteção de dados autoriza a saída; quem pode o quê está por escrito; sabemos onde cada dado está guardado; há treinamento anual e informes; e a lei de proteção de dados guia o desenho, não é nota de rodapé. O roxo indica decisão humana.  Abaixo do funil, separada por uma linha e rotulada "fora do funil", uma faixa cinza traz o sexto item, Cópias, que serve para recuperar e não para barrar: saem criptografadas, são guardadas em três continentes, dá para gravar mas não dá para apagar, e são conferidas toda semana.  No rodapé lê-se: "Este mapa mostra ordem e princípio. Não mostra configuração — de propósito."
Desenvolvimento Institucional

Segurança na Casa Hacker: como protegemos os dados de quem confia na gente

A Casa Hacker passou os últimos meses endurecendo suas plataformas antes de deixar a inteligência artificial entrar. Este é o relato do que mudou: o que significa dizer que um dado está criptografado, por que nossas cópias saem do país todo dia e não podem ser apagadas, como o Projeto Galileo colocou proteção de nível empresarial ao alcance de uma organização da periferia, e por que uma única pessoa autoriza toda saída de dado. Inclui o que ainda não fazemos — porque organização que só conta a parte pronta está pedindo para você acreditar nela em vez de conferir.

Geraldo Barros
Esta imagem apresenta um gráfico de área empilhada sobre um fundo bege claro pontilhado, ilustrando o crescimento acumulado de migrações de dados ao longo do tempo para o projeto "casa hacker". O gráfico principal é dividido em seis categorias coloridas com seus volumes finais indicados à direita: núcleo (66, cinza), programas (148, rosa), operação (81, azul), dinheiro (65, amarelo), conformidade (57, roxo) e acervo (19, verde). A linha do tempo, que se estende de junho a agosto, destaca três picos específicos de inserção de dados (com 31, 30 e 29 tabelas em um único dia), enquanto a parte inferior traz a legenda "MIGRATIONS ENTRANDO POR DIA" logo acima de um gráfico de barras cinzas que mostra a frequência diária e intermitente desses volumes.
Inovação Social

A IA que nos interessa não responde e-mail: o que fizemos antes de pedir uma única resposta à inteligência artificial

Enquanto o debate sobre IA se divide entre truques de produtividade e grandes promessas de impacto social, decidimos resolver o problema que vinha antes: nossa própria base de dados. Este é o relato do que fizemos em oito etapas, dos erros que a medição desmentiu, das regras de privacidade que não negociamos. No fim, a base ficou de fato acessível à IA — um servidor MCP com 86 ferramentas, no ar, sem abrir o banco nem afrouxar uma permissão — e restam as perguntas sobre evasão e acolhimento que os nossos dados ainda não permitem responder.

Geraldo Barros
Participante organiza ideias e percepções em um painel colaborativo durante uma atividade dos Hubs de Cidadania Ativa.
Inovação Social

Entre o projeto e a mudança: pensando os Hubs de Cidadania Ativa a partir da Teoria da Mudança

Projetos de impacto social têm prazos e entregas, mas as transformações que buscam contribuir para construir acontecem em ritmos diferentes. A partir da experiência dos Hubs de Cidadania Ativa, Marcelo Oliveira reflete sobre como a Teoria da Mudança pode apoiar estratégias de longo prazo, orientar decisões e permitir ajustes ao longo do caminho.

Marcelo Oliveira

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Beneficiary addressRua Doutor Renato Paes de Barros, 618 — Itaim Bibi — São Paulo — SP — 04530000 — Brasil

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